A PALAVRA DO PRESIDENTE

A escola particular brasileira é composta por mais de 40 mil escolas. Empregamos mais de 2,5
milhões de pessoas, em sua maioria mulheres com curso superior, para atender mais de 15
milhões de alunos da educação infantil à pós graduação.
Os desafios são enormes, pois temos as reformas na educação, como Base Nacional Ccomum
Curricular – BNCC e novo ensino médio. Temos as mudanças no âmbito empresarial, como
reforma trabalhista, que precisa ser implementada por todas as escolas, e serão os sindicatos que
deverão dar o suporte necessário.

Também temos pela frente a reforma tributária; questões a cerca da desoneração da folha de
pagamento; reforma da previdência e suas consequências para as instituições filantrópicas.

Tudo isso, lembrando, ainda, do financiamento estudantil, que o governo acabou inviabilizando
com as novas regras. E agora, precisamos buscar outra forma de financiar o estudante de baixa
renda no ensino superior, pois quem busca a escola particular, em geral, é o estudante mais
carente e oriundo da escola pública. O governo mantém universidades federais e estatuais,
financiado, com imposto de todos, os estudos de alunos oriundos das classes mais altas da
sociedade.

Temos também as leis e deliberações, que diariamente são criadas em todos os níveis, Federal,
Estadual e Municipal, que elevam os custos e dificultam a vida das instituições de ensino.

Nunca foi tão importante a união de uma categoria, por isso conclamo todos os diretores de
instituições de ensino do Brasil, para que procurem seu sindicato, filiem-se, e ajudem sua
instituição representativa. Os desafios serão enormes nos próximos tempos e somente poderemos
sobreviver se estivermos unidos e articulados.